quarta-feira, 20 de maio de 2009

Trabalhos Práticos

Eis mais uma actividade prática, pedida pela formadora Tânia Coelho, em que, por sorteio, cada uma de nós teríamos que personificar um objecto de higiene e que, através de um monólogo, ele se apresentaria às crianças, transmitindo a sua importância!
(...momentos hilariantes, acreditem!!!)
Feita com feltro, enchimento suma-a-uma, e adornada com feltro, lã e lantejoulas...
...Esta é a PASTA DE DENTES - PEPSOLINA!!!

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MÁSCARA FEITA COM GAZE DE GESSO

Esta máscara foi elaborada com gaze de gesso e o trabalho foi feito em grupo - duas a duas.
O gesso é aplicado na face, ficando apenas as narinas a descoberto para podermos respirar!!
É caso para dizer, que grande falta de ar!



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MOBILE - Surpresas no Mar

Este mobile é composto pela base que suporta 9 elementos. A base e todos os elementos foram feitos com duas faces, ou seja, o que se vê de um lado, apresenta-se igual do outro. Há alguns que em vez de serem iguais de um lado e de outro, apresentam-se com frente e verso (como o caranguejo, a tartaruga e o polvo).

A BASE
PORMENORES DA BASE - peixes feitos com lantejoulas, cola glitter brilhante e papel autocolante

1º ELEMENTO - Com cartolina e papel autocolante
2º ELEMENTO - feito em esponja Eva e cartolina
3º ELEMENTO - desenhado e pintado com lápis de cor de aguarela
4º ELEMENTO - Técnica do Batik, pintura em tecido

5º ELEMENTO - Barco feito com plástico autocolante

6º ELEMENTO - Técnica da tecelagem
7º ELEMENTO - desenhado e pintado com lápis de cor de aguarela
8º ELEMENTO - feito com esponja Eva e cartolina
9º ELEMENTO - feito com cartolina e papel autocolante
Todos os elementos foram presos com linha de croché, que foi totalmente preenchida com missangas de várias cores.

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LIVRO ILUSTRADO SOBRE O ESPAÇO

A intenção de criar um livro ilustrado foi na perspectiva da linguagem não verbal, ou seja, projectar um livro que não contivesse qualquer palavra e onde fossem aplicadas diversas técnicas de expressão plástica, que mais tarde, poderemos trabalhar com as crianças.
Ainda assim, podemos dar palavras ao desenho e apartir dele, inventar uma história.
A minha história aplica-se a crianças do 3º ano de escolaridade, onde é abordado o tema.

Capa - Técnicas Utilizadas:
• Técnica da Tecelagem (ponto-cruz) – saturno;
• Técnica do Batik – Foguetão;
• Técnica da Dobragem – estrela;
• Técnica da Moldagem em Plasticina – terra e lua.

Este livro promete uma viagem fascinante ao universo, entre cometas, estrelas, planetas, nebulosas e galáxias. Para melhor conhecer o espaço, o Homem tem procurado aproximar-se o mais possível do céu, afastando-se da superfície da Terra. Em direcção ao espaço foram disparados foguetões e satélites artificiais e, mais tarde, dentro dos foguetões, foram os Homens. Já estiveram na lua e cada astronauta é sujeito a um duro treino de preparação – aprende a flutuar no vazio, a respirar com pouco oxigénio e a resolver situações de emergência, com serenidade… Quem sabe tu não quererás vir a ser um astronauta?!

1ª Página - O Universo - Técnicas Utilizadas:
• Técnica da Raspagem – desenhos;
• Técnica da Moldagem – estrela e lua.

O universo é um enorme espaço onde se encontram milhões e milhões de galáxias, matéria e energia em movimento contínuo. É tão imenso que não conseguimos sequer imaginá-lo…
Um cometa é um pedaço de gelo, composto não apenas por gelo de água, mas também de outras substâncias, que descreve uma órbita em torno do sol. A sua cauda característica começa a surgir à medida que se aproxima do sol.
Uma super-nova é uma estrela cujo brilho aumenta subitamente e depois, explode. Nesse ponto do espaço pode nascer um buraco negro.
As nebulosas são nuvens de poeiras e de gases e delas nascem novas estrelas.
As galáxias são como uma imensa ilha de estrelas, planetas, gases e poeiras.

2ª Página - O Sistema Solar - Técnicas Utilizadas:
• Técnica do Recorte e Colagem.

A Terra é o planeta onde vivemos e ele mora no universo. O seu endereço exacto é: Galáxia Via Láctea, Sistema Solar, terceiro planeta a partir do sol.
O sistema solar é composto por 8 planetas: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno. Ao contrário das estrelas, os planetas não têm luz própria – só conseguimos vê-los porque são iluminados pelo sol.


3ª Página - O Sol - Técnicas Utilizadas:
• Técnica do Decalque – centro do sol;
• Técnica da Estampagem – raios do sol.

O sol é a estrela mais próxima. É amarelo e brilhante, uma espécie de lâmpada incandescente que, ardendo, fornece luz e calor a todos os planetas que giram em torno de si, incluindo a Terra. De noite, viramos-lhe as costas, de dia, voltamo-nos para ele. A sua luz é tão forte, que embora esteja afastado do nosso planeta, não o podemos olhar de frente e os seus raios podem-nos queimar a pele.
O sol é uma enorme esfera de gás e da sua superfície erguem-se línguas de fogo e gases incandescentes com milhares de quilómetros.


4ª Página - A Lua - Técnicas Utilizadas:
• Técnica da Rasgagem (Gomettes);
• Técnica da Carimbagem – estrelas.

A lua é o satélite da Terra, anda sempre em torno dela.
O primeiro homem a pôr o pé na lua chamava-se Neil Armstrong. Ele viu uma paisagem cinzenta com montanhas, crateras e lá no horizonte, uma belíssima bola verde e azul: A Terra!
A lua é um planetazinho muito inóspito: imagine-se que nem um vegetal lá cresce! É que não há atmosfera: é impossível respirar e nem pensar em ir viver para lá! Mas este não é o único inconveniente: as noites são gélidas, enquanto os dias são escaldantes.
Porém, há uma coisa engraçada: Na lua tudo fica mais leve!

5ª Página - O Eclipse do Sol - Técnicas Utilizadas:
• Técnica do Desenho e Pintura.

Por vezes, quando a lua no seu percurso, fica exactamente entre o sol e a Terra, aparece então, um disco negro que cobre, em parte ou totalmente, a nossa visão do sol. A este fenómeno chamamos Eclipse. Um facto curioso é que os povos da antiguidade, como os Egípcios, davam grande importância a tudo o que acontecia no céu e ficavam amedrontados porque não sabiam como interpretar os fenómenos astronómicos. Um eclipse do sol podia apavorá-los!
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ACTIVIDADES DE PÁSCOA
Para colocar na porta
Para oferta


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FANTOCHES: O sapo "Cocas" e o Ursinho Chocolatinho



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Dia da Mãe

Enfeite para prender na mala
Feito com esponja Eva e fita de Chifon

Marcador de livro - a borboleta é feita com esponja Eva

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INSTRUMENTOS MUSICAIS
Pandeireta feita com uma tampa de um caixa redonda à qual foi retirada o fundo.
Forrada com papel autocolante e enfeitada com guizos e fitas de seda.


Maculelé - cobre-se uma caixa de queijo com papel de seda e cola - as cores do papel misturam-se e unem-se as duas partes da caixa. Fazem-se dois furos para o fio e a conta presa na ponta, de forma a bater na outra face da caixa.
Chincalho - Com uma colher de pau de madeira, criamos mais um instrumento - na parte côncava da colher, prega-se um prego com duas caricas, às quais já previamente, abrimos um buraco central para podermos enfiar no prego. As caricas chocalham uma com a outra.
Decora-se a colher a gosto.
Balão musical - colocam-se massinhas dentro de um balão e enche-se. Ata-se um fio ao nó do balão e, ao abaná-lo, produz som. Decora-se a gosto.
Decoração de uma caixa de música - desenhos feitos com papel autocolante
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Caracterização das 4 estações do ano

Desenho feito com lápis de cera e canetas de feltro
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Máscara de "Homem-aranha"
Técnica do Balão



quarta-feira, 18 de março de 2009

Quando as lágrimas secam, algo acontece... e não é o que parece



Quando penso que encontrei, algo me chama a atenção e me diz que não...
Quando penso que tinha, algo me foge das mãos e me deixa sozinha...
Quando as lágrimas secam, algo acontece que me entristece...
Quando sei que preciso, nada se conjuga nesse sentido...
Quando a vida é injusta procuro motivos, procuro sorrisos e nada encontro, só o confronto...
Passam as horas, passam os dias, meço o tempo e nada me anima
Passa a vida, passa a frescura, sinto o vazio que me procura
Nada é eterno, nada é para sempre, um dia deixarei de me sentir ausente...

segunda-feira, 9 de março de 2009

Ter asas e não poder voar...



Sou feita de sonhos interrompidos, detalhes que passam despercebidos, de coisas que só eu sei e que sei que sei...
Sou aquela que chora com e sem razão, que estende sempre a mão, mesmo quando não ma dão...
Sou a que sinto falta do que já vivi, dos momentos que não esqueci, daqueles em que me ri e mesmo daqueles em que sofri...
Sou a que se faz de forte, mas que a pouca sorte me estarrece até à morte...
Já tive noites mal dormidas, já perdi pessoas queridas e vou ainda perder mais nesta vida...
Já desisti sem tentar, fugi para não enfrentar e sorri para não chorar...
Lamento as coisas que não mudei, aqueles que julguei e certas coisas que falei...
E dizer que nada é em vão, tudo serve de recordação, até a atormentação...
Queria poder voar, mesmo sem asas...

domingo, 8 de março de 2009

Dia da Mulher!

A mulher é mesmo interessante...
Mesmo zangada, é linda
Mesmo alegre, chora
Mesmo tímida, comemora
Mesmo apaixonada, ignora
Mesmo frágil, é poderosa...

A todas as mulheres excepcionais, que mesmo sem saberem, o são!

Recados para Orkut

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Roteiro Cultural


A vila de Óbidos fica no distrito de Leiria e faz parte da região de Turismo do Oeste.
Esta vila guarda séculos de História dentro das suas muralhas. Com um vasto património de arquitectura religiosa e vestígios histórico-monumentais, a vila de reis e rainhas foi, noutros tempos, local de preferência para descanso ou refúgio das desavenças da Corte. D. João IV e D. Luísa Guerra, D. Pedro II e D. Maria I, D. Leonor, D. Catarina de Áustria e D. Carlos foram alguns dos monarcas que passaram por estas terras deixando, de uma forma ou de outra, marcas que avila ainda hoje mantém.
O nome “Óbidos”, ao contrário do que se possa pensar, não deriva da parónima “Óbitos”, mas sim do termo latino “oppidum”, que significa “cidadela” ou “cidade fortificada”.
A Vila de Óbidos é conquistada por D. Afonso Henriques aos mouros, no século XII (ano 1147). No entanto, manteve-se por parte dos muçulmanos uma forte resistência pelas suas tradições.
Só anos mais tarde, já nos finais do século XII, cabe a D. Sancho I reconquistar a localidade das investidas almóadas, dotando-a de melhores condições de povoamento e de organização.

O Castelo de Óbidos e as Muralhas
Exemplo da fortificação medieval portuguesa, erguido sobre um pequeno monte, outrora à beira-mar, domina a planície envolvente e o rio Arnóia, a Leste. Fruto de diversas intervenções arquitectónicas ao longo dos séculos, integra o conjunto da vila, que preserva as suas características medievais de maneira quase que cenográfica.
• Classificado como Monumento Nacional, em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das Sete Maravilhas de Portugal.
• No séc. XII já há notícia de um castelo em Óbidos e, um século depois, a vila estava já amuralhada. Ainda hoje, o coração de Óbidos está guardado pelas muralhas, as quais se podem percorrer a pé.
O Castelo e as Muralhas de Óbidos evocam a importância que teve a sua localização, na Baixa Idade Média.

A Rua Direita
O desenvolvimento da malha urbana da vila para sul origina a abertura da chamada Rua Nova. Esta rua passou a ser a via mais importante da vila, pois permitia a comunicação entre o Castelo, a estrada real, o arrabalde, a judiaria e a Porta de São Tiago. Actualmente,
esta artéria de circulação é designada por Rua Direita.

Sinagoga de Óbidos

Situada na antiga Judiaria – terá sido o templo de oração hebraica.

Igreja da Misericórdia

Junto à Sinagoga fica a Igreja da Misericórdia. A igreja de arquitectura Maneirista e Barroca, foi edificada na segunda metade do séc. XVI. Possui um importante recheio artístico, destacando-se o portal e o púlpito (ambos de 1596).

Igreja de São Pedro

No séc.XIV, no reinado do Rei D.Dinis, Óbidos cresce para fora das muralhas, ocupando o espaço em torno da Igreja de São Pedro. A sua fundação é medieval. Depois de ter sofrido várias reedificações, actualmente conserva apenas vestígios do antigo portal gótico.


Igreja de Santa Maria (a Matriz)

Remonta aos tempos de ocupação muçulmana, tendo sido reedificada no período renascentista.

Igreja de São Tiago
Inicialmente, era um templo medieval e ligado a Alcáçova. No ano de 1186, é mandado reedificar por D.Sancho I, ficando o templo com três naves e com a entrada principal a comunicar directamente com o interior do Castelo. Era a Igreja de uso da família real. Em 1755, foi totalmente destruída pelo terramoto e novamente reconstruída em 1772.

Cruzeiro da Memória
Foi construído em comemoração da tomada de Óbidos aos Mouros pelo Rei D. Afonso Henriques. Assinala o local onde este montou acampamento, antes de conquistar a vila.

Padrão Camoniano
Atesta a referência à vila na obra de Camões - Os Lusíadas.

Pelourinho da Vila
Construído em granito, apresenta, numa das faces, o escudo com as armas reais. Na outra, o camaroeiro que a Rainha D. Leonor doou à vila, em memória de quando os pescadores lhe trouxeram, numa rede, o filho morto num acidente de caça.

Aqueduto da Vila

Com uma extensão de 3 km, transportava a água que abastecia os chafarizes de Óbidos. Foi construído entre 1521 e 1557 a mando da Rainha D. Catarina de Áustria, esposa do Rei D. João III.

Chafariz da Vila ou de D. Catarina
Ao estilo maneirista, foi construído no séc. XVI. Está localizado na Praça de Santa Maria e fica mesmo por detrás do pelourinho.

Chafariz de S. João V
Ao estilo rococó, encontra-se fora das muralhas, junto ao Santuário do Senhor Jesus da Pedra.

Santuário do Senhor Jesus da Pedra
Localizado já fora das muralhas, este santuário é verdadeiramente imponente e destaca-se pela originalidade da sua planta hexagonal.

Porta Principal de entrada na Vila

No seu interior encontra-se a Capela de Nossa Sra. Da Piedade, padroeira de Óbidos. Esta capela possui um varandim ao estilo barroco e todo ele é forrado com azulejos em azul e branco.

Artesanato / Charretes Turísticas / Ginjinha de Óbidos
Elementos figurativos da Vila são o artesanato, as charretes turísticas que percorrem toda a vila e a famosa ginjinha de Óbidos.

Eventos Temáticos em Óbidos
Óbidos Vila Natal;
Festival do Chocolate;
Semana Santa;
Maio Barroco;
Temporada do Cravo;
Junho das Artes;
Feira Medieval;
Semana Internacional de Piano;
Festival de Ópera

Óbidos é uma vila realmente fascinante e obrigatória para visitar. É uma das Sete Maravilhas de Portugal, um prémio que prestigia a Vila e foi mais que justamente atribuído. Fui em 2004 a Óbidos, a uma feira Medieval que lá decorria e fiquei encantada, senti-me transportada para o passado. Todos os habitantes trajavam fatos típicos da Idade Média, a música que se ouvia, até o cheiro dos assados, eram absolutamente surreais… Ao jantar, foi-nos tudo servido sem talheres, sem as mordomias actuais, era tudo realmente retratado como antigamente. Óbidos também tem sido palco de outros eventos interessantes e que levam à vila, todos os anos, um sem número de turistas. Exemplos disso são o Festival Internacional do Chocolate, a Vila Natal, Festival de Ópera (único no nosso país) e outros grandes concertos. Outra mais-valia de Óbidos é a sua Lagoa, que é um ponto turístico de grande afluência no verão. É o sistema lagunar costeiro mais extenso da costa portuguesa, com cotas que vão desde o meio metro aos cinco metros. Também é de sublinhar que uma grande pintora portuguesa do século XVII, Josefa d’Óbidos (1630-1684), viveu e faleceu aos 54 anos em Óbidos. Numa época em que, por regra, as mulheres não trabalhavam, Josefa d’Óbidos conseguiu afirmar-se como excepcional artista. Foi uma pintora barroca que ficou conhecida pelos seus trabalhos de inspiração religiosa e pelas suas naturezas-mortas. A sua arte ingénua tem um charme irresistível. Ainda era criança quando começou a demonstrar talento inato para a pintura. O trabalho do pai, pintor naturalista, exerceu grande influência na sua vida. As suas pinturas são consideradas obras-primas da arte europeia. No Museu Municipal de Óbidos podem-se visualizar muitas das suas obras. Visite Óbidos e entre numa viagem ao passado. É inesquecível!
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